PORQUE O CULTO?

Para entender melhor o tema abordado é bom que o irmão leia o texto todo que se encontra em Lucas 2:36-38.
De tantos textos bíblicos, como no Velho e Novo Testamento, notamos uma prática na vida dos homens de Deus, sujeitos aos mesmos pecados, dilemas, problemas e tribulações que nós, pois sempre estavam na casa do Senhor, para cultuar e adorar ao nosso Deus.
A experiência do Salmista é demonstrada pelas suas palavras quando disse: “Alegrei-me quando me disseram VAMOS A CASA DO SENHOR”, também quando disse: “Eu preferiria estar um dia nos átrios do Senhor, do que mil em outros lugar…” (Sl. 84:10a).
Outro texto que enfoca a importância do culto no templo é o episódio de quando Ezequias recebe uma carta desafiadora de Senaqueribe e a forma aquele tinha era ir a casa do Senhor e apresentar aquela carta a Ele.
Irmãos no texto sugerido acima, o versículo 37 diz: “Nunca deixava o templo: adorava a Deus jejuando e orando dia e noite”.
A grande questão é aquela citada num pensamento que diz: “Não vá a Igreja para ver um agradável culto, mas sim para oferecer um culto agradável ao Senhor”.
A motivação de muitas pessoas estão erradas com relação a ir ao culto, pois acham que o culto das outras pessoas (o irmão, o pregador, o louvor) devem agradar o coração do assistente, mas o correto é o assistente estar na casa do Senhor para oferecer um agradável culto ao Deus altíssimo.
A cada dia que passa percebemos mais e mais a importância do culto público para avaliação da saúde espiritual dos cristãos. Normalmente deixando-se de fora os casos especiais de força maior, a presença regular no culto sugere que o adorador está em paz com Deus e com seu povo, da mesma forma que a ausência mostra o contrário.
Na verdade, quem está em paz com Deus está em paz com o povo de Deus, e quem está em paz com o povo de Deus também está em paz com Deus e participa do culto com alegria.
Não é normal um cristão viver isolado e, muito menos, afastado das atividades do culto, pois no culto adoramos juntos ao Senhor, sentimos sua presença de forma mais forte, é exercido o principio da proteção, razão por que nossa participação no culto público é de vital importância.
O exemplo da profetisa Ana, no texto citado, deveria estar sempre em nossa mente. Ela, mesmo com as dificuldades da idade (tinha 84 anos), não pedia culto. Adorava a Deus no templo, jejuando e orando em todas as ocasiões.
Se você irmão tem procurado evitar o culto é hora de refletir. Será que não seria uma fuga? Algum pecado que precisa ser confessado? Algum relacionamento a ser reatado? Alguma dificuldade pessoal que o levou a se isolar? Será…?
Veja os exemplos dados acima e não deixa de participar dos cultos e de ajudar outros a participar também. Não existe razão pessoal, confrontada com a Bíblia, que reforça a idéia do afastamento dos trabalhos da Igreja.
O culto é uma fonte de bênçãos, pode ser um bom indício a respeito da nossa saúde espiritual.
Pr. WILLIAM MARTNEZ BATISTA
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